Decorridos pouco mais de 45 dias da chegada da primeira Kepler, eis que a NVIDIA lança mais uma grata surpresa: a GeForce GTX 670. Se por um lado a placa não tem o mesmo poder de sedução em termos de desempenho que a sua “irmã maior”, por outro, conta em favor da GTX 670, o fato de ter um preço bem mais convidativo (US$ 100 a menos do que a GTX 680), mantendo “fôlego” mais do que suficiente para “encarar” os desafios mais pesados do mercado, mesmo em condições severas de configurações (resolução/filtros).
A GeForce GTX 670 herda o mesmo “DNA” de sua “irmã maior”, ou seja, o mesmo chip gráfico GK104. E como não poderia ser diferente, a placa segue a mesma receita de sucesso da GTX 680, isto é, entrega um desempenho consideravelmente maior do que a GeForce da geração passada, mantendo o TDP em níveis surpreendentemente baixos para a categoria.
Contudo, a placa apresenta outros destaques bem interessantes, como é o caso do GPU Boost – que turbina dinamicamente os clocks da placa – dos filtros proprietários FXAA (Fast Approximate Anti-Aliasing) e TXAA (Temporal Anti-aliasing), além do recurso adaptive VSync (sincronismo vertical adaptativo) e do 3D Vision Surround.
Confiram no decorrer desta análise o comportamento da placa nos mais diversos testes a que foi submetida pela nossa equipe. Vale destacar que a Adrenaline foi um dos poucos portais em todo o mundo a receber em caráter super exclusivo, um modelo da GeForce GTX 670.
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